Não posso tomar café. Não posso tomar guaraná em pó. E há alguns dias desconfio de que não posso tomar coca-cola. Tenho taquicardia, gastura (adoro esta palavra, não dá pra definir, só sentir), tremores imperceptíveis e fico elétrica. Elétrica já sou por natureza, não preciso dormir tarde e quando o faço não necessito de nada para tanto, só me mantenho acordada. Logo, não preciso destes estimulantes. E aqui estou, depois de ter tomado coca cola à tarde, ter passado mal e faltado à aula, com um trabalho do MBA por fazer e após umas conversas virtuais com meu ex-namorado e um novo amigo, tentando encher lingüiça no meu mais novo brinquedinho: este blog.
Não tenho material, não tenho estímulo, não tenho tempo, não tenho nem pra quem escrever. Acho que o control+alt+del vai ser reiniciado diversas vezes, e não vai demorar muito para que isso se dê pela primeira vez.
Mas para não desistir na primeira tentativa, tem uma besteira que andei escrevendo hoje, durante uma conversa sobre música e outra sobre o porquê de não ter dado certo. Uma breve introdução que entendo ser pertinente: um dia tive uma oportunidade de conversar com Fausto Nilo e ele, enquanto falávamos sobre inverno, soltou esta frase: "dias que não amanhecem". Fiquei com ela na cabeça e prometi a mim mesma utilizá-la algum dia. Pois é, este dia chegou mais cedo do que esperava.
Dias que não amanhecem
Sol que não nasce
Eu que não acordo
Céu que não se deixa desanuviar
O resto era muito medíocre (o começo não?), então resolvi deixar de lado. Depois trabalho mais esta idéia.
Apesar da coca cola estou com sono, mas o trabalho do MBA vai me manter acordada por algum tempo, só que longe daqui.
15.9.07
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário